A última palavra
Numa discussão acalorada Plínio tem por hábito dizer a última palavra. Débora há muito tempo andava chateada Afinal ela era sempre a culpada Até que um dia percebeu a oportunidade de passear na cidade, percebeu o que a moda dita. Vivendo nas cercanias pouco via gente e pouca gente havia. Numa manhã de sábado não por acaso resolveu cortar as madeixas eram inúmeras queixas com o calor que fazia. Foi ao salão da Gracinha colega de longa data desde os tempos de menina. Sentou na cadeira e disse: _Corte essa cabeleira não aguento mais com calor, minha querida! Voltando pra casa toda feliz da vida deu de cara com Plínio que pasmado nada dizia. Ele ficou parado, ela com sorriso nos lábios disse: _ Fiz o que queria. Acabou! Agora, a última palavra é minha!