Quando os meus olhos procuram tua boca percebo a tua angústia. Frágeis pensamentos sólidos sofrimentos efêmera fuga. A boca a língua mergulha sela no silêncio da noite teu grito, minha súplica.
Qual o fio condutor que nos une enfim? Pensei exaustivamente; criei diversas situações inventei hipóteses de tanto matutar, confabular com os botões que abriram em flor, nasceram com um pouco de dor, acredito por fim que seja amor.
Acordei gilbertiano o dia abrindo os olhos com poesia numa alegria incontida pelo simples fato, de ter sonhado contigo. "E onde quer que eu vá no mundo, vejo a minha torre É só balançar Que a corda me leva de volta pra ela:"
Outro dia curiei uma disputa interessante o desafiante dono da lei a desafiada uma farsante. A dissimulada não titubeou, certo momento da contenda sugeriu ele uma prenda, a oferta ela aceitou. Ah! Pobre coitada pensou ela que ganharia a disputa com sua lira versejou não disse nada. O bom moço por cortesia fingiu ser perdedor a doce moça poderia descobrir seu dissabor. Fiquei eu cá, me divertindo insistindo estava o doutor a embromadora fingindo Enfim, disputa sem vencedor.
Intenso!
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