Ao tocá-lo percorri sem medo partes de um desejo quase sepultado. Infeliz, errei por excesso de zelo mergulhei num poço esvaziado. Triste de mim descobri o segredo, o coração dele estava ocupado.
Qual o fio condutor que nos une enfim? Pensei exaustivamente; criei diversas situações inventei hipóteses de tanto matutar, confabular com os botões que abriram em flor, nasceram com um pouco de dor, acredito por fim que seja amor.
Acordei gilbertiano o dia abrindo os olhos com poesia numa alegria incontida pelo simples fato, de ter sonhado contigo. "E onde quer que eu vá no mundo, vejo a minha torre É só balançar Que a corda me leva de volta pra ela:"
As nuvens pesadas Anunciam: Tempestade à vista! Fora o frio, Fora o silvo, Dentro o sossego. O presságio A turbulência, Aperto no coração Pare! Silêncio! gotas frias desferem Pouco a pouco lágrimas indiferentes. chuva em mim. Lu Ribeiro
Lindo poema, Lu. "O coração dele estava ocupado, mas poderia ter sido diferente... Não saberia se não tivesse tentado!"
ResponderExcluirBeijos, Will!