Por vontade própria subiu os degraus. Venceu o primeiro andar, o segundo era seu destino. Porta aberta, torpor. Coração nos pés, fusão de abraços, epifania, degredo, beijos corpos abduzidos.
Qual o fio condutor que nos une enfim? Pensei exaustivamente; criei diversas situações inventei hipóteses de tanto matutar, confabular com os botões que abriram em flor, nasceram com um pouco de dor, acredito por fim que seja amor.
Acordei gilbertiano o dia abrindo os olhos com poesia numa alegria incontida pelo simples fato, de ter sonhado contigo. "E onde quer que eu vá no mundo, vejo a minha torre É só balançar Que a corda me leva de volta pra ela:"
As nuvens pesadas Anunciam: Tempestade à vista! Fora o frio, Fora o silvo, Dentro o sossego. O presságio A turbulência, Aperto no coração Pare! Silêncio! gotas frias desferem Pouco a pouco lágrimas indiferentes. chuva em mim. Lu Ribeiro
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