Quase clandestina
| (Arquivo pessoal/ Rep. Dom- Ponta Cana- Barcelo) |
Fiz um verso bem enxuto, nele tentei ser franca e explicita.
Mas para minha surpresa esse verso foi lido por outro nas entrelinhas.
E daí, eu perdi a linha e fui em frente com a paixão.
Mesmo vendo a inevitável parede da censura, não quis saber não.
Na surdina, entrei no prédio, quase clandestina, subimos ao segundo andar.
Abrimos à porta, a partir daquele instante era só você, eu e o mar.
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