A solidão acompanhada costume invadir-me a alma em momentos de pura felicidade. Desejei tanto estar enganada. Mas que nada! A solidão estava decidida em minha vida morar.
Não pense minha querida que estou na sua mão você é minha artista eu sou barro no pilão Não acredite que sou seu escravo que vivo pra servir finjo que sou palhaço pra ver seu sorriso florir Nem sonhe que sou seu boneco que é fácil me manipular seu olhar moreno me deixa de pernas no ar sendo assim tão decidido você não me faz de bobo não sonho, acordo contigo Acredite roubou meu coração
"- Onde estão os meus defeitos?" lembro-me desta pergunta toda vez que eu vejo alguém se pavonear . É engraçado como as pessoas do tipo "pavão" gostam de exaltar os seus feitos, suas habilidades, sua suposta sabedoria,... vivem intensamente o seu umbigocêntrismo . Há pavões que gostam de exibir seus bens como "roupas caras", "carros importados", ... ostentam os bens como se fosse algo precioso, de valor ímpar, ou seja, atribui as coisas o efeito de seu caráter. Agem como se fossem melhores do que aqueles que usam roupas simples, que não possuem carros,... Agarram-se aos objetos como se fossem seu cartão de visitas, a razão de viver e valor humano. Há pavões que gostam de expor sua sapiência, seu academicismo, sua "alta-cultura",... possuem um falar empolado, torcem o nariz para a cultura do povo, reprovam as variações linguísticas, censuram tudo e todos. Eles são esnobes acreditam "nas suas verdades" e superioridade ...
"Q"... ficou um longo tempo esquecido na página, não se definia. Poderia ser um "Q" de querido, mas a palavra saía sofrida tentei um "Q" de qualquer, soou indefinido Esse "Q" suspenso na página não fazia sentido. "Q" me perturbava eu queria acabar com aquilo De tanto escrever e apagar horas e horas a fio. Resolvi deixar o "Q" pra lá Assim quem o lê-se saiba defini-lo.
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